
Whitney Houston foi encontrada submergida em uma banheira cheia de água em uma habitação do hotel Beverly Hilton, de Los Angeles, um acontecimento que se relaciona diretamente com o consumo de cocaína por parte da cantora.
Nas posteriores análises toxicológicos realizados descobriram-se restos dessa droga e metabólicos (as substâncias que ficam após a descomposição de um fármaco por parte do organismo) que “contribuíram à morte”, segundo o relatório do escritório legista.
Também encontraram-se restos de maconha, xanax, flexeril e benadryl, que não resultaram ser um fator na morte da artista. Ademais, descartou-se qualquer indício de ato criminoso.
O comunicado do escritório legista faz refere-se a uma arterioscleroses ou endurecimento das artérias. Segundo os Institutos Nacionais da Saúde (NIH), trata-se de um transtorno comum que ocorre quando se acumula gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes das artérias e formam estruturas duras chamadas placas.
A autópsia do corpo de Whitney Elisabeth Houston, de 48 anos, praticou-se o passado 12 de fevereiro.