tecnologia Publicado em 21/06/2013

O serviço secreto brasileiro vigia as redes sociais

Abin Redes sociais

À presidência de Brasil pegou surpresa a explosão de protesto populares sem que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) tivessem alertado ao Governo nem ao Congresso.

Preocupado pelo desenvolvimento do protesto que nesta quinta-feira atingiu 80 cidades, entre elas novamente São Paulo e Rio de Janeiro, o Governo designou agentes dos serviços secretos para seguir através de Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp as mobilizações.

O Serviço de Inteligência de Brasil (Abin) começou a monitorar as redes sociais em internet, segundo informam vários meios brasileiros.

O Governo designou agentes da inteligência para monitorar Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp com o fim de procurar uma solução que ponha fim aos protestos, que já se estenderam a uma velocidade tremenda a umas 100 cidades de Brasil, informam os meios.

O Governo espera assim predizer o tamanho e o guião das futuras marchas de protesto, a filtragem de grupos políticos nas manifestações e as possíveis vias de financiamento.

Os agentes usam Mosaico, um sistema “on-line” que filtra o conteúdo do site se baseando em 700 temas chaves ou palavras determinadas pelo chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

A iniciativa surgiu, segundo os meios, após que o GSI não conseguisse alertar aos assessores da presidenta Dilma Roussef dos protestos.

Jessica — Redatora e revisora
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