
Apesar dos maus resultados de audiência e da oposição constante de Charlie Sheen, a série iria por um novo ano. Ashton Kutcher, Jon Cryer e Angus T. Jones já teriam assinado seus vínculos para continuar com a tira.
Outro dos obstáculos que tiveram que superar para que o programa continue na tela foi o contrato do ator principal, que teria pedido que lhe aumentem seu salário a um milhão de dólares. Finalmente, receberá US$ 700 mil, segundo publicou o jornal de espetáculos Perez Hilton.
Cryer receberá uma soma um pouco inferior à do ex de Demi Moore e T. Jones menos da metade, US$ 300 mil. Na próxima semana se espera que os artistas oficializem à imprensa a confirmação do acordo.
Um dos “pais” da série, Lee Aronsohn, não continuará na equipe de produção. O cocriador de Two and a Half Men será substituído pelos escritores e produtores Don Reo e Jim Patterson. Quem sim seguirá vinculado é o outro cofundador da sitcom, Chuck Lorre. O trio formará a equipe que tentará dar melhor posicionamento à tira.
A rede que transmite o show, CBS, e Warner Bros, que o produz, deverão chegar a um acordo para confirmar a transmissão. Os convênios atingidos pela distribuição seriam o pontapé inicial para que todas as partes cheguem a acordos necessários para que a décima temporada saia ao ar.